segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

A ILHA DO PAVOR

título original: Attack of the Crab Monsters
título brasileiro: A Ilha do Pavor
ano de lançamento: 1957
país: Estados Unidos
elenco principal: Pamela Duncan, Richard Garland, Russell Johnson
direção: Roger Corman
roteiro: Charles Griffith

Em 1946, foram realizados testes nucleares no Atol de Bikini.
Em 1957, a Marinha dos Estados Unidos mandou um grupo a uma ilha florestal e desabitada do Pacífico pra verificar se os testes nucleares tinham causado algum efeito colateral por lá... Mas todos os membros do grupo sumiram sem deixar rastro!
Pouco depois, outro grupo comandado pelo supervisor Hank foi enviado à mesma ilha com a missão de encontrar o grupo anterior. Mas um dos marinheiros que foram escoltando o grupo caiu no Mar acidentalmente. E quando os colegas tiraram ele da água, viram que ele tinha sido reduzido a um cadáver sem cabeça!
Pra piorar as coisas, o avião que levou eles até lá explodiu ao decolar pra ir embora! E o rádio não funciona devido às más condições climáticas.
Presos na ilha e sem poderem avisar a ninguém da situação em que se encontram, os 8 membros do grupo só podem se abrigar no laboratório improvisado da ilha e esperar até o dia em que a marinha volte a mandar mais alguém ali.
Mas situações piores ainda esperam por eles, já que os resultados dos testes de Bikini foram mais sérios do que todos imaginavam: atingidos pela radiação, 2 caranguejos que vivem no subterrâneo da ilha se transformaram em mutantes gigantes com a capacidade de absorver as características de todas as criaturas e objetos que eles comem. E como se trata de um macho e uma fêmea, eles cruzaram e a fêmea ficou grávida.
Ou seja, além de ameaçar devorar os 8 humanos presos na ilha, os monstros também ameaçam pôr no Mundo milhares de criaturas da mesma espécie!

A Ilha do Pavor é um filme que atrai críticas negativas ao longo dos seus 60 anos de existência. Mas principalmente por causa da tosquice dos monstros, que sem dúvida podem ser incluídos entre os mais mal feitos de todos os filmes de terror que já existiram.
Sem exagero, alguns monstros de Ultraman (1966) foram mais bem feitos do que esses.
Aliás, tudo indica que fizeram 1 boneco só. Porque, como já sabemos, a história apresenta 2 caranguejos monstruosos, mas só aparece 1 em cada cena.
A movimentação do boneco também era muito limitada. E o ator que tivesse contracenando com ele na hora é que tinha que manipular ele através de fios de náilon!
Outra coisa sem sentido: embora os mutantes saibam falar, a voz deles só pode ser emitida através de peças de metal que tejam por perto... O que é que uma coisa tem a ver com a outra?
Sobre os personagens humanos, também tem esquisitices, como a indiferença ao fato de um marinheiro ter caído no Mar e alguma coisa ter comido a cabeça dele... Do jeito que todo mundo reagiu, parece que eles veem isso todo dia.
Também tem 2 biólogos que são namorados, chamados Dale e Martha. E eles são os primeiros a ser atacados por um dos monstros, mas conseguem escapar. E também tratam essa situação como se não fosse nada demais!
Aliás, tentaram criar um triângulo amoroso entre o Hank, o Dale e a Martha, com o Hank tentando se encostar nela sempre que pode. Mas não colou. Até porque ela reage como se nem percebesse qual é a dele.
A Ilha do Pavor também acaba de uma forma bem idiota, já que a última cena é totalmente inconclusiva. Você fica completamente sem entender o que aconteceu com os personagens que sobreviveram quando aparece o “the end”! Dá impressão que a cena final foi cortada!
Por tudo isso, A Ilha do Pavor acaba entrando pra galeria das comédias involuntárias. Vai se juntar a Calígula (1979), Gigantes Guerreiros Goggle Five (1982), Attack of the Beast Creatures (1985), O Rato-Humano (1988), O Inominável 2 (1992), Incesto (2000), Pecados & Tentações (2008), Axe Giant: The Wrath of Paul Bunyan e Poseidon Rex (ambos de 2013).rsrs
E pra terminar, vamos lembrar que o George Corman, que dirigiu A Ilha do Pavor, também foi o diretor de Mercenários das Galáxias.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre A Ilha do Pavor:


E clique aí do lado em ‘comédias’ que você acha posts sobre Attack of the Beast Creatures, Axe Giant, Calígula, Goggle Five, Incesto, O Inominável 2, O Rato-Humano, Pecados & Tentações e Poseidon Rex. E clique em ‘extraterrestres’ que você acha posts sobre Mercenários das Galáxias e Ultraman.
Até a próxima!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

RICARDO BELL

O húngaro Ricardo Bell já foi visto em vários filmes ao longo da sua (hoje já deixada de lado) carreira pornô.
Mas a única produção de terror em que ele se envolveu foi a comédia de terror pornô Ghost Bangers (2005).
Clique no link abaixo pra ver mais informações sobre o Ricardo.













Até a próxima!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

UM COPO DE CÓLERA

título original: Um Copo de Cólera
ano de lançamento: 1999
país: Brasil
elenco principal: Alexandre Borges, Júlia Lemmertz, Ruth de Souza
direção: Aluizio Abranches
roteiro: Raduan Nassar (autor do texto original), Aluizio Abranches e Flávio R. Tambellini

Inspirado no livro Um Copo de Cólera (1978), do Raduan Nassar, esse filme com o mesmo nome só chama a atenção pelas cenas de sexo na 1ª metade dele: os então casados Alexandre Borges e Júlia Lemmertz interpretam um casal que trepa, trepa, trepa, trepa, trepa, trepa, trepa, trepa, trepa, trepa... Ah, sim: e trepa!rs
Até o meio do filme, mais ou menos, é basicamente isso que a gente vê.
Tem até uma cena de masturbação e ejaculação (fake, é claro) meio mal mostrada. Mas não faltam cenas de nudez pra todos os gostos no filme.rs
E a 2ª metade do filme se limita a mostrar um bate-boca de casal, só que com um vocabulário pretensamente erudito e intelectualizado, falando (mais ou menos) sobre questões sociais.
Vale lembrar que a ira do personagem do Alexandre, que é o que dá início a esse bate-boca, se despertou só porque ele viu que um formigueiro de saúvas se abriu numa parte do terreno onde ele não queria que se abrisse!
Meio estranho um homem querer começar uma guerra doméstica por causa de um detalhe tão insignificante...
OK. A gente vê mulheres fazendo isso todo dia. Mas homem? TPM masculina???rs
Já a personagem da Júlia é simplesmente uma mulher de malandro, que sempre volta pra junto do homem que maltrata ela por motivos apenas sentimentais.
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre Um Copo de Cólera:


Até a próxima!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

TED PRIOR

O neojerseyano Ted Prior começou a carreira de ator em 1983 com um filme de terror bastante obscuro que mistura elementos de slasher e sobrenatural: Sledgehammer.
Em 1987, ele apareceu na comédia de terror Surfistas Nazistas Devem Morrer e também no filme Killer Workout.
Aliás, nesse último ele trabalhou como ator, como dublê, como cenógrafo e como técnico de efeitos especiais.
Em 1988, o Ted foi roteirista de Combate Noturno (o diretor foi o hoje falecido irmão dele, chamado David A. Prior) e também foi cenógrafo do trash Fênix.
Esse último, na verdade, é só um filme de aventura classe Z que costumava passar no SBT de tarde nos anos 90. Mas consta em alguns sites como “horror” (talvez porque tem lá uns monstros e uma vilã cyborg feia pra cacete).
Em 1990, o Ted foi roteirista de Pelotão Vampiro (também do David A. Prior).
Em 1993, o Ted foi assistente de direção de Armadilha Noturna (também do David A. Prior).
No ano seguinte, o Ted foi vito em Mutant Species e Fluidos do Mal.
Em 1997, ele teve em The P.A.C.K.
Em 2007, o Ted produziu o filme Zombie Wars.
No ano seguinte, ele produziu o curta-metragem de terror Crossroads.
Em 2011, o Ted trabalhou como ator e assistente de direção em Breath of Hate.
E em 2012, ele trabalhou como ator e assistente de direção em Night Claws (também do David A. Prior).
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre o Ted:


Até a próxima!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

O XODÓ DA VOVÓ

título original: Precious Pupp
título brasileiro: O Xodó da Vovó
ano de lançamento: 1965
país: Estados Unidos
produção: Hanna-Barbera Productions

Bom, O Xodó da Vovó é o 6º e último desenho que eu indico aqui que formou o programa The Atom Ant/Secret Squirrel Show. Os outros 5, lançados ao mesmo tempo que esse, foram A Feiticeira Faceira, A Formiga Atômica, A Lula Lelé, O Esquilo Sem Grilo e Zé Buscapé. Tudo desenho de gente velha, né?rsrs Brincadeira. Mas quem era criança em 1965 já não tá mais na adolescência hoje, certo? Inclusive eu, que nasci um pouquinho depois disso.
Mas enfim: O Xodó da Vovó conta a história da simpática velhinha Dulcina, que mora só com seu setter chamado Precioso.
A Dulcina pratica vários esportes, tem vários carros e motos super modernos (pros padrões dos anos 60), adora viajar pra lugares exóticos e pensa que o Precioso é um santo...
Santo?! Bom, claro que ele não é mau. Mas ainda bem, pra ela, que ele não é um santo. Porque ele salva ela de inúmeros perigos ao longo do seriado todo sem que ela nem perceba. Principalmente bandidos ocasionais e nativos selvagens dos lugares isolados pra onde ela viaja.
E ele pessoalmente às vezes se estranha com um buldogue que mora na casa ao lado.
Bom, O Xodó da Vovó tem um pouco mais de aventura, até por causa dos lugares distantes pra onde a Dulcina viaja com o Precioso. Mas se prende muito mais à comédia, é claro.
Outras produções da Hanna-Barbera que eu já indiquei aqui foram Os Flintstones (1960); Os Jetsons (1962); Frankenstein Jr.; Os Impossíveis (ambos de 1966); O Poderoso Mightor (1967); Scooby-Doo, Cadê Você? (1969); Os Mussarelas (1972); Goober e os Caçadores de Fantasmas (1973); A Família Dó Ré Mi (1974); Treme-Treme (1977); Os Smurfs (1981); e Galtar e a Lança de Ouro (1985).
Bom, clique aqui pra ver mais informações sobre O Xodó da Vovó:


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Até a próxima!